Rumo à escassez de bastões

Emendando com este post e este outro mais antigo aqui: nem acredito, mas houve mais desenvolvimentos nessa história! Sexta-feira, quando me despedi do supervisor-tio, ele me deixou de sobreaviso para entrar em contato com mais um potencial estagiário aqui no Legal Affairs sobre “questões da vida” em Bonn – isso, claro, assim que o candidato seja oficialmente aceito. Óbvio que eu disse que o farei com o maior prazer, e o tio brincou (ele tem um excelente senso de humor, a propósito) que vou acabar me tornando um “focal point for interns” do Legal Affairs.

No fim de semana, na Suíça (vide nota de rodapé), minha irmã e meu cunhado disseram que eu deveria escrever um “Manual para estagiários” pra vender. De início fiquei um pouco desconfiado, mas, pensando bem (como economista e futuro jurista), não é tão má idéia. Legalmente não posso ser obrigado a ser conselheiro de estagiários, porque não está no meu contrato; portanto, nada me impediria de cobrar pelo servicinho extra.

Mas a história não para por aí! Hoje fui almoçar meio tarde e acabei me sentando na companhia de um pessoal que já estava terminando o almoço. Além de funcionários de outros departamentos, estava ali a chefe do RH, que me apresentou um novo funcionário mexicano. Quando a galera saiu para dar uma caminhada após o almoço, o novato não quis ir junto; a galera então sugeriu que ele ficasse conversando comigo, já que (1) poderíamos falar espanhol e (2) eu poderia levá-lo de novo para dentro do Secretariado assim que terminasse de almoçar (ele, sendo recém-chegado, ainda não tem o cartão magnético de acesso).

Em suma… já viram tudo, né? Acho que sem querer entrei pra equipe de boas-vindas do secretariado. Mas no fim das contas foi um sem querer “querendo”: sempre gostei de praticar a hospitalidade. Já fiz até um estudo bíblico a respeito do tema! Procurei no blog e não está por aí… vou ver se publico num post um dia desses!

Nota de rodapé: Não, não estou me esquivando de publicar sobre a Suíça; é que ainda não fui pra “casa” (ou: pro quarto que eu chamo de “casa” aqui em Bonn) desde que voltei, e portanto ainda não descarreguei as fotos. 😉

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Uma ideia sobre “Rumo à escassez de bastões

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