Blue balloon

Que fique bem claro que eu nunca quis um celular com câmera. Pra que, se eu já tenho câmera (aliás bem melhor que qualquer câmera de celular)? Mas, já que ganhei um dos maninhos Ca e Volker, por que não usar todos os recursos à disposição – inclusive a câmera?

(A continuação do raciocínio é que, aos poucos, a câmera do celular vai deixando de ser apenas um recurso à disposição e se tornando indispensável a ponto de eu nunca mais sequer cogitar ter um celular sem câmera… Por essas e por outras é que resisto ao supérfluo.)

Acontece que agora reconheço que a câmera do celular até que pode ser útil. (“Sério mesmo?”, pergunta irônico o leitor que já usa a câmera do celular desde o início do século.) Só por preguiça. Eu carrego quase sempre comigo minha câmera-câmera, mas às vezes é tão mais fácil (e rápido) usar a câmera-celular.

Sábado passado, por exemplo, só graças à câmera-celular fui rápido o suficiente pra registrar o balão azul perdido no céu de Manhattan.

Hoje caminhei até o Rockefeller Center (uma boa caminhadinha: da West 3rd até a 50th, quase 50 quadras) e vi (acho que pela primeira vez) a pista de patinação aberta. Um dia desses vou lá e continuo a aprender a patinar no gelo. (Ou seja, muitos tombos. Depois de três anos não restou nada da pouca habilidade que eu tinha!)

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