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Esporturistas no Central Park

Esta semana estou recebendo minha primeira visita desde que estou em NYC: minha irmã Lu! Hoje à tardinha fomos caminhar no Central Park – algumas fotos aqui e também no picasaweb do Guri.

Central Park ao entardecer

Lu & Gu: Projeto Espeto Noite Jovem Velharada!

NYC skyline – vista do reservatório do Central Park

NYC skyline – vista da cobertura do D’Agostino Hall

Liberdade farroupilha

Finalmente tirei um tempo para organizar e postar algumas fotos do Sunset Cruise, o passeio pelo Rio Hudson que fiz no findi passado.

Pôr-do-sol no lado de lá – New Jersey

Pôr-do-sol (refletido) no lado de cá – New York

Entre um lado e outro, a Liberdade

The city that never sleeps?

Saí por volta das 8:30 da manhã pra comprar marca-texto e outras coisas de papelaria (bem coisa de estudante) e fiquei decepcionado. NYC dorme, sim – aos sábados de manhã. Ninguém na rua (além de mim e da Vanessa, estudante de doutorado aqui na NYU Law, com a mesma frustração que eu) num lindo sábado de manhã. E quase todas as lojas fechadas; nenhuma papelaria aberta – nem mesmo a Staples. Acabei onde? No Kmart, claro.

LaGuardia Place, totalmente deserta

Depois fui à NYU Law Library, onde passei a maior parte do dia.

NYU Law Library (quase vazia), International Law casebook, NYU ID card :P

E à noite fui com amigos ao Carnegie Deli, onde comi um Truffle Torte Cheesecake muuuito bom (nota-se pela minha cara de feliz). Acho que vou começar a tradição de comer cheesecake no meu aniversário de Confirmação (19/09/1999-2009)! (Contanto que isso não me impeça de comer cheesecake em muitos outros momentos da vida…)

11 de setembro

Não, meu quarto não tem vista para o Empire State Building, mas teria vista para as Torres Gêmeas: esta semana ligaram luzes no Ground Zero do World Trade Center, para lembrar os oito anos (já!?) do 11 de setembro de 2001.

Labor Day weekend in upstate NY

Conforme anunciado, passei o findi do Dia do Trabalho (7 de setembro) na região de Albany, NY. Foram dias bastante agradáveis e intensivos de passeios com Sue e Tom, os pais do meu cunha James. De volta a NYC, preparei um rápido postálbum da viagem. E era isso, porque acabou o feriadão, e os livros gritam pela minha atenção.

Advertência preliminar: este post não tem nada a ver com o contexto do blog, porque saí de New York City e fui aos Estados Unidos (uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa). Talvez também valha lembrar que sim, ainda sou eu; o blog não mudou de dono… é que as programações foram bem mais rurais do que o meu normal! Foi bom sair da cidade, mudar de ares – só faço a advertência pra não deixar ninguém perplexo. :)

Sexta-feira, 4 de setembro

Chegada em Albany, almoço no Olive Garden (tipicamente americano – restaurante de rede!), ida até Rexford (onde moram Sue e Tom). Colhemos flores de “Queen Anne’s Lace” (uma espécie de cenoura selvagem) pra fazer geleia (ao escrever isso, fico pensando em como a advertência preliminar foi mesmo necessária!). Tudo bem, eu não fiz geleia. Mas ajudei a colher a matéria-prima. :P

Sábado, 5 de setembro

Almoço em família em Rexford. De volta a Albany para um “duck tour” pela cidade. Os “ducks” (patos) são veículos anfíbios (terra e água) que foram usados durante a guerra; atualmente são usados para passeios turísticos. Começa como um tour de ônibus qualquer – só que depois o ônibus se atira na água.

Duck – o veículo!

A maior casa de passarinho do estado de NY
(um só pedaço de madeira!)

Visita ao Governador do Estado de NY na sua residência oficial ;)

Prédio da Delaware & Hudson Co., visto do barco no rio Hudson

Tom, Sue e eu – pós duck tour!

Cohoes Falls – cachoeira no encontro do rio Mohawk com o rio Hudson

Eu como bombeiro honorário em Rexford!
(Mais uma vez, a advertência preliminar se justifica.
Enfim, é difícil explicar como certas coisas acontecem! Hehe…)

Domingo, 6 de setembro

Fomos à 190a. edição da Schaghticoke Fair: uma legítima “expofeira”, em bom gauchês! Animais, parque de diversões, comércio, antiguidades… de tudo.

Aqui, Sue e eu aprendemos a fazer uma corda com um fazendeiro
(que, aliás, deve ser parente direto do Papai Noel).
E, mais uma vez, a advertência preliminar se justifica!

E aqui eu encontrei uma família Dietrich!
De Marlene Dietrich
aos patrocinadores do show de cavalos da Feira de Schaghticoke,
passando por estudantes de Direito Internacional da NYU,
tá tudo dominado pela família Dietrich!

Segunda-feira, 7 de setembro

No último dia do feriadão, Sue e eu visitamos duas cavernas da região: Howe Caverns e Secret Caverns. Minhas duas primeiras cavernas!

De manhã, ganhei blueberry pancakes (panquecas de mirtilo)
com maple syrup (xarope de bordo)! (Ai, que traduções esquisitas.)
Tudo de bom! É uma combinação típica do estado de NY e também do Canadá.

Agora, sim: Howe Caverns!

Mais uma das formações incríveis nas Howe Caverns

Howe Caverns, de novo

Haveria muito mais que contar sobre a viagem, mas o tempo é escasso. Também tirei muitas fotos mais – há algumas outras no picasaweb do guri. (Desta vez, mais do que nunca, estou ansioso pelos comentários!)

E o sol volta a NYC

Depois de uma sexta-feira e de um sábado bem feiosos (e de muita leitura), hoje o sol saiu, e eu também. Como eu costumo dizer por aqui, já consigo acompanhar as leituras; o próximo passo é “viver de verdade” – “getting an actual life”. Bem, na real não tenho direito a reclamar de nada.

Primeiro, fui ao culto – o meu segundo na City Grace Church. De novo fui muito bem acolhido – como domingo passado, hoje também saí para almoçar com meus amigos da igreja, inclusive alguns novos amigos!

E de novo fui surpreendido com uma prédica que falou direto ao meu coração: com base no Salmo 130, o pastor tratou dos medos que enfrentamos (como o medo de fracassar), e de como esses medos nos impedem de ter a vida que Cristo quer nos dar (ou melhor, já nos deu – é só aceitarmos!).

Only when we are no longer afraid do we begin to live.
Somente quando não mais temos medo é que começamos a viver.

Dorothy Thompson

Nesses últimos dias, venho me preparando para apresentar um estudo de caso em um dos seminários que estou fazendo no mestrado (já tinha comentado sobre isso). A apresentação é amanhã, e as circunstâncias são um pouco assustadoras:

(1) Sou o primeiro aluno a apresentar, como já comentei.

(2) Apresentarei para o professor um estudo sobre um artigo dele mesmo!

(3) O professor é um expoente na minha área de pesquisa, o que me faz querer ainda mais causar uma boa impressão.

(4) Colegas desconhecidos (a maioria deles, pelo menos no seminário em questão).

(5) A língua estrangeira. Sim, sou fluente em inglês, mas a desenvoltura não é a mesma sob pressão. E a pressão, como espero ter demonstrado com os outros tópicos, não é pela simples obrigação de apresentar um estudo de caso em aula; vai além disso.

Acho que consegui passar a ideia. Medo. De me atrapalhar, de não conseguir um desempenho adequado. E aí, justo hoje, na véspera do seminário, o pastor vem falar de medos, e de como os vencemos dependendo de Deus e nos relembrando a nós mesmos que não podemos resolver tudo sozinhos (o que pra mim, pretenso superman, é uma luta interior incessante).

Eu não sei explicar como ou por que acontecem essas “coincidências” – a palavra certa na hora certa. Tampouco sei explicar bem o que sinto quando acontecem. Só sei que me sinto muito bem protegido por Deus, e cada vez penso no quanto sou indigno de toda essa proteção.

Ah, sim! Pra completar: no culto cantamos “In Christ Alone”, uma música muito bonita que eu inclusive já citei aqui no blog.

Voltando ao resumão do domingo…

Fui mesmo ao Charlie Parker Jazz Festival! Mais pela socialização do que pelo jazz, é verdade, mas o fato é que tanto a socialização quanto o jazz estavam muito bons. Depois, caminhei até o West Village para ver e fotografar o prédio dos Friends, onde a Monica morava. Haha… um pouquinho de turismo, e agora estou pronto para encarar a semana!

Charlie Parker Jazz Festival

Com Pam, Valia e Eugenia no festival

I’ll be there for you… the Friends building!
(Sem querer desapontar ninguém: o Central Perk não existe!)

New New Yorker

À tarde saí com os amigos Diego e Nikita pra caminhar na 5th Avenue. E ver coisas que não podemos comprar (tipo um relógio de $3.350 na Tiffany & Co.). Mas até que foi divertido, pelo menos pra se sentir um New Yorker mais autêntico (do contrário, a gente só fica aqui no Village, que podia muito bem ser “NYU Village”).

Andei de subway pela primeira vez desta vez (em 2006, na primeira vinda a NYC, já tinha andado, claro). Fomos até a borda sul do Central Park – que também estava bem diferente da última vez que vi; era inverno e estava tudo seco; agora, verão, tudo verde. Dali viemos caminhando pela 5h Avenue na direção sul (de volta pra casa). Passamos por várias lojas… bem, pode pensar em qualquer marca cara… ali tem. E parece ainda mais caro que o normal, só porque é na 5th Avenue!

Tirei algumas fotos. Esta foi a que me pareceu a mais NYC de todas:

Outras fotos aqui!

Então voltamos para D’Agostino Hall, para o Village, para a realidade: limpar o apartamento. Haha… Mas tudo bem, também faz parte da vida. ;)

A view to the Empire State Building

Continuo absolutamente sem tempo de postar decentemente. E nem posso prometer nada por enquanto… a carga de leituras está mesmo muito pesada.

Para atender aos clamores de muitos: SIM, meu novo quarto tem vista para o Empire State Building!

Não viram? Confiram de novo e divirtam-se, como eu me divirto sempre.

(Falando sério, postarei mais fotos assim que tiver tempo de tirá-las!)

Outros ocasos

Mais um dia e um pôr-do-sol lindos pra coleção. Estive em Porto Alegre de 17 a 20 de junho, visitando os amigos Bruno e Andrea. Fomos ao Gasômetro no sábado, dia 20, e de lá fotografei o sempre espetacular pôr-do-sol sobre o Guaíba. Além de espetacular, marcou o início da mais longa noite de 2009.

Inverneio

Eu moro a uns cem metros da Lagoa dos Patos. Quase me esqueci disso, porque, desde a última vez que nadei ali, passei poucas vezes pela praia.

Ontem fez um dia de inverno bem ao meu gosto: azul, frio, seco e com vento. Fui fotografar a praia antes do último pôr-do-sol do semestre.