I’m leaving today

This is most likely the last underground blog post I’m writing this year. Start spreading the news: I’m leaving today. Unlike a year ago, however, this time I’m not going to New York—I’m leaving it behind. And please don’t ask, “for how long?” I’d find it much easier to reply if you asked me to define happiness. There’s no possible way I could know when and even whether I’ll come back. Although I’d love to (at least to visit!), it’s not entirely in my hands—and what is, anyway? (Thank God it is so.)

The last few weeks have been increasingly intense for me. I could make an impressively long list of accomplishments, but I’ll just list some meaningful moments. I’ve taken many photos and delightful long walks in New York, Philadelphia, and Boston. I’ve rehearsed a choir with an accent (lovely people and lovely accent, I must say). I’ve resolved bureaucratic and practical entanglements in record time—well, some of the entanglements were miraculously resolved, and I should claim no credit for that.

Also, I’ve been extremely sensitive and on a seesaw of emotions these days. At times, I’m on the verge of bursting into tears because of experiences that otherwise would be more on the trivial side. But there are also moments of the most pure joy: when I’m with people I love and won’t be seeing so often, when I think about this chance of visiting family in Germany and getting to know my newly born niece and nephew, or when I’m reminded that this fall, just like last year’s fall, will lead me to an exciting (albeit potentially short) new life adventure—this time in Geneva, Switzerland.

Now, a few curious facts about Geneva, Switzerland, and me (please note that this time I mean the three of us: the city, the country, and the Christian).

A Brazilian friend of mine, before he knew I was going to Geneva, wrote me jokingly that he would visit me whenever I moved to Geneva to work at the U.N. Environment Programme. He didn’t know UNEP was actually in Nairobi, but it was funny that he mentioned Geneva (and I hope he visits me there anyway!).

On the first day of my visit to Philadelphia, I walked along Benjamin Franklin Parkway, which is lined with flags of countries from around the world. It caught my attention that the Brazilian and the Swiss flags were exactly across the street from each other.

Remember Celina from the other post? I talked with her again in the elevator the other day. She saw I had a book with me, and asked me if she could see what I was reading. As I showed her the cover of my book, I noticed her old-timey watch, with the inscription “Genève” on the display.

The final coincidence is the most interesting (and the least silly). I was part of a Lutheran church community in Brazil, but I ended up finding my new home church in a Calvinist community in New York. From here, I go to Geneva, where John Calvin promoted the Reformation in the 16th century. By the way, Calvin also studied Law and was about my age when he moved to Geneva! Maybe being there will inspire me again to do the theological readings suggested by Pastor Ben from City Grace Church—readings that never quite worked out for me because of the craziness of my year here.

Even crazier is that the craziness of my year in New York is over! For sure, life in Geneva won’t be as faced-paced as in the City. The challenges will be of other kinds. New address, new culture, new job, new church, new people, new language, new accent… New York, goodbye [for now].

East River à noite

Hoje caminhei do Empire State até o East River pela 34th St, e depois ao longo do rio até o Battery Park pelo East River Greenway.

Manhattan Bridge

Manhattan Bridge

FDR Drive e Manhattan Bridge

Brooklyn Bridge (Manhattan Bridge ao fundo)

Queensboro Bridge e Manhattan skyline; vista de Roosevelt Island

Manhattan, Williamsburg, Ground Zero

As longas caminhadas por Nova Iorque estão fazendo sucesso! Da última delas, ontem, além de mim e do Naoki também participaram os amigos Kyle e Ryan. Saímos de Chinatown, atravessando a Manhattan Bridge até o Brooklyn, e voltando para Manhattan pela Williamsburg Bridge (umas 5 milhas = 8 Km). De lá ainda seguimos, Naoki e eu apenas, para o Battery Park, para fotografar o Tribute in Light, as luzes memoriais do 11 de setembro.

Arco da Manhattan Bridge

Brooklyn Bridge, vista da Manhattan Bridge

FDR drive e o skyline do Financial District;
vista da Manhattan Bridge

Uma das torres da Manhattan Bridge

Casa com carrinho bizarro no Brookyln

Eu também amo queijo!

Manhattan vista do Brookyln;
entrando na Williamsburg Bridge

Mais Manhattan skyline

Ground Zero; World Financial Center ao fundo

Ground Zero; luzes das Torres Gêmeas

Onde as luzes terminam

À esquerda, o 1 World Trade Center (anteriormente Freedom Tower; felizmente abandonaram esse nome!), ainda em construção. Será o prédio mais alto das Américas, com 1362 pés de altura (a mesma que tinha a torre gêmea sul). A altura total, com a agulha, é simbólica: 1776 pés = 541 metros (1776 foi o ano da independência dos Estados Unidos). Ao fundo, o prédio com com luzes rosa e verde é o Woolworth Building, um dos mais antigos arranha-céus de Nova Iorque (241 m); foi o mais alto do mundo de 1913, quando a construção foi concluída, até 1930, quando o Chrysler ficou pronto. A câmera caiu no meio da longa exposição (!), mas acabei gostando do efeito de movimento.

Onde as luzes começam: um estacionamento em Battery Park City! Subimos até lá. Não tinha pote de ouro. Tinha um evento particular, do qual fomos gentilmente expulsos.

The Sphere, escultura de Fritz Koenig que ficava entre as torres gêmeas. Sobreviveu (embora não intacta) ao 11 de setembro e está agora no Battery Park. Cada uma das bandeiras em torno do monumento, expostas ali apenas durante a semana do 11 de setembro, tem os nomes das vítimas dos ataques terroristas.

Labor Day 2010

Segunda-feira, feriado do Dia do Trabalho aqui, meu amigo Naoki e eu fizemos mais uma longa caminhada por Nova Iorque. Saindo de Midtown East, atravessamos a ponte Queensboro até Long Island City. De lá, fomos ao Parque Corona-Flushing Meadows, que recebeu duas Expos e foi a primeira sede das Nações Unidas antes da construção do complexo atual em Midtown. O destino final foi Main Street, Flushing, onde fica a segunda maior Chinatown de Nova Iorque. A distância total percorrida (com ziguezagues) foi de umas 10 milhas (16 Km). Na volta, fomos de metrô a Astoria, para visitar uma amiga que se mudou para lá há poucas semanas.

Vista da Queensboro Bridge: Roosevelt Island à esquerda do East River;
Long Island City, Queens, à direita

Calvary Cemetery… enorme!

The Unisphere (altura de 12 andares e 300 toneladas de aço),
no Flushing Meadows-Corona Park

Ruínas do New York State Pavilion,
construído para a Expo de 1964-1965

Rocket Thrower

Jardins perto do U.S. Open

Main Street, Flushing, e um dos caminhões de sorvete
que nos perseguiram com sua musiquinha enervante

Em Astoria: Hell Gate Bridge (novo nome: Martin Bridge) no primeiro plano;
Triboro Bridge ao fundo

Governors Island

Passeio após passeio: cheguei sexta-feira à noite da região de Albany (vide post anterior) e, no sábado de manhã, fui com a amiga Misako a Governors Island para a Governors Island Art Fair, uma exibição de arte contemporânea (pintura, escultura, fotografia, instalações) aberta ao público todos os fins de semana de setembro.

Além de ver a exibição, é claro que caminhamos um pouco por essa pequena e intrigante ilha onde nunca tínhamos estado. Originalmente a ilha tinha apenas 0,29 km², mas foi expandida no início do século XX para cerca de 0,7 km², com aterro proveniente da construção do metrô da Lexington Avenue (linhas 4, 5 e 6). Governors Island serviu de quartel do Exército dos EUA; mais tarde, ficou sob o domínio da Guarda Costeira, que a ocupou até 1996.

Em 2003, abandonada, Governors Island foi transferida do governo federal para o povo de Nova Iorque por $1 (continuam pertencendo ao governo federal, porém, as áreas que abrangem o Fort Jay e o Castle Williams, duas antigas fortificações militares). Uma empresa pública municipal está transformando a ilha em um centro de lazer.

Chegada em Governors Island: vista para Manhattan

Um dos prédios usados pela Governors Island Art Fair

Acrobacias com vista privilegiada!

Fim do jogo de basquete sobre monociclos!

Minigolfe em Governors Island

Fort Jay, quartel do Exército americano, do século XVIII

De novo, vista para o Financial District. No fim da tarde, havia bastante vento e o rio estava bem agitado!

A tranquilidade de Governors Island em primeiro plano contrastando com o ritmo frenético do Financial District ao fundo

Castle Williams, fortificação construída no século XIX para proteger Nova Iorque de ataques navais

Upstate NY

No findi do Dia do Trabalho (nos EUA, é na primeira segunda-feira de setembro) em 2009 fui para a região de Albany, capital do estado de Nova Iorque (ver este post). Por uma barbeiragem dessas da vida, na hora de comprar as passagens de ônibus naquela ocasião, por engano marquei a volta para 3 de setembro de 2010 (em vez de 2009).

Quando me dei conta do engano, não tinha mais como voltar atrás. Fui no balcão da Greyhound, tanto aqui em Nova Iorque quanto em Albany, mas não teve jeito de trocar a passagem ou pedir reembolso. Acabei tendo que pagar de novo para voltar de Albany para Nova Iorque no ano passado. Guardei o bilhete que comprei por engano, mesmo sem saber, então, que acabaria ficando por aqui um tempo após o mestrado e tendo a chance de usá-lo! Assim é que fui à região de Albany na segunda-feira e voltei na sexta-feira, 3 de setembro de 2010, usando o bilhete comprado por engano.

O objetivo principal da viagem foi visitar meus “familiares” aqui do estado. É um quase-parentesco que às vezes fica difícil explicar. Sue e Tom são “os pais do meu cunhado James” ou “os pais do marido da minha irmã” ou “os sogros da minha irmã” e moram em Rexford. Até aí até que dá pra entender tranquilo, mas nem sempre é assim tão simples. Terça-feira, por exemplo, fui com a Sue a Auburn para conhecer a irmã do meu cunhado e as duas filhas da irmã do meu cunhado. No caminho de volta, paramos em Canastota para conhecer os avós paternos do meu cunhado, e ainda em Utica para visitar uma tia-avó paterna do meu cunhado. Por fim, sexta-feira fomos a Niskayuna e conheci o recém-nascido (bom, nem tão recém: já tem 2 meses!) filho do irmão do meu cunhado, ou seja, sobrinho da minha irmã.

O único passeio que não envolveu quase-parentescos complexos foi ao New York State Capitol, a sede do legislativo estadual. A construção foi concluída em 1899 e custou 25 milhões de dólares (quase meio bilhão de dólares correntes).


Senado do Estado de Nova Iorque

A “escadaria de um milhão de dólares” (foi o que custou!)

Câmara de Deputados do Estado de Nova Iorque

Salão do capitólio; tapete com o selo de Nova Iorque

Vista para o capitólio, do alto da Corning Tower (1973), o mais alto edifício de Albany; também o mais alto do estado de Nova Iorque fora da cidade de Nova Iorque. Tem 180 metros e 44 andares. A “calçada de Copacabana” a sudoeste do capitólio é um mistério a desvendar.

Dois dias na Filadélfia

Semana retrasada (a defasagem no blog está ficando incontrolável!) fui à Filadélfia a passeio. Saí bem cedo (peguei o ônibus às 7h) na sexta 27 e voltei bem tarde no sábado 28 (cheguei à meia-noite em NYC), pra aproveitar ao máximo a viagem. Também planejei com cuidado o passeio para dois dias meteorologicamente exemplares: dias de calor, mas nem tanto, e céu azul.

Altamente recomendado o guia que comprei no Dia Nacional do Waffle. É o Philadelphia Day by Day, da Frommer’s. Sugere atividades para um, dois, ou três dias, além de caminhadas pelos diferentes bairros da cidade e passeios ordenados por interesse (parques, artes, atividades outdoors, vida noturna etc.). Turistas hiperativos (como eu!) podem condensar os três dias de passeio em apenas dois e ainda fazer várias das caminhadas sugeridas.

Outra recomendação, especialmente válida para o turista com pouca grana (como eu!), é o Apple Hostel. Pra quem não se importa com as inconveniências dos albergues, a hospedagem é ideal. Localização é tudo: fica no centro antigo (Old Town) a uma quadra da Market Street, a rua central de Philly, que divide a cidade em norte e sul.

O que mais me impressionou na Filadélfia é a harmonia entre história americana e arte, presentes em todo canto da cidade. Foram dois dias intensos de caminhadas, museus e muita fotografia (umas 350 fotos!). Aqui no blog, mostro a seguir só uma seleçãozinha, contando alguns detalhes do passeio; a seleção (99 fotos) está no picasaweb do Guri.


Independence Hall: talvez um dos prédios mais históricos dos EUA. A construção foi finalizada em 1753 para servir de sede para o governo da Pensilvânia. No entanto, o prédio é mais conhecido por sediar o Segundo Congresso da Filadélfia (1775 a 1783) e a Convenção Constituinte em 1787. Tanto a Declaração de Independência quanto a Constituição dos EUA foram debatidas e assinadas no Independence Hall. Não dá pra perder a visita guiada, que é gratuita (só é preciso buscar ingressos no Visitor Center, a uma quadra dali).


Sala de reuniões do Senado, no Independence Hall


Franklin Court: prédios construídos por Benjamin Franklin na Market Street. Uma passagem (no centro da foto) leva ao local da antiga casa de Ben Franklin, que não existe mais, mas cujos contornos foram reconstruídos em uma estrutura metálica. Ali também há um museu sobre a vida de Ben Franklin, com entrada gratuita.


National Constitution Center: um museu moderno e interativo dedicado à Constituição dos EUA, atualmente a mais antiga constituição escrita em vigor. A entrada para o museu é paga. Comprei o City Pass, que é válido por dois dias e dá acesso a seis atrações: (1) 24h (a partir do primeiro uso) a bordo dos ônibus de dois andares e dos trolleys da Big Bus e da Trolley Works; (2) Adventure Aquarium; (3) Franklin Institute; (4) Philadelphia Zoo; (5) Eastern State Penitentiary OU Please Touch Museum; e (6) Academy of Natural Sciences OU National Constitution Center.


Liberty Bell: a mais visitada atração da Filadélfia. Este sino, originalmente colocado na torre do Independence Hall, veio a tornar-se um símbolo nacional da liberdade.


City Hall: sede do governo municipal. De 1901 (quando a construção foi concluída) até 1908, foi o edifício habitável (ou seja, excluindo monumentos) mais alto do mundo, com 167 m de altura. É hoje a segunda mais alta estrutura de alvenaria (sem aço) do mundo.


Masonic Temple: templo maçônico, em frente ao City Hall


Love Park: escultura moderna de Robert Indiana no Love Park


Cathedral-Basilica of Saints Peter and Paul: o Papa João Paulo II rezou missa ali em sua visita à Filadélfia em 1979.


Logan Circle

Hall de entrada do Franklin Institute


Estátua do Rocky, em frente ao Philadelphia Museum of Art


Philadelphia Museum of Art: um dos motivos para voltar à Filadélfia é que não cheguei a visitar o museu de arte! Foi construído sobre os muros de pedra de uma represa desativada. A foto é da famosa escadaria do filme Rocky.


Vista do alto da escadaria do Philadelphia Museum of Art


Water Works (uma antiga estação de bombeamento da água do Rio Delaware para o reservatório, sobre o qual atualmente está o Philadelphia Museum of Art); ao fundo, o museu e o skyline da cidade.


Boathouse Row: clubes de remo à beira do Rio Delaware


Obras de arte abertas ao público estão espalhadas por toda a cidade


Rodin Museum: outro motivo para voltar à Filadélfia é visitar o museu com obras do escultor francês Auguste Rodin. Aqui, em frente ao “Portão do Inferno” (a construção clássica ao fundo), uma dos originais de Le Penseur (O Pensador).


Benjamin Franklin Parkway: é a avenida que muitos chamam de “Champs-Elysées” da Filadélfia; uma diagonal que vai do City Hall até o Philadelphia Museum of Art. Em mastros ao longo da avenida há as bandeiras de todos os países. Aqui, a bandeira do Brasil e, do outro lado da rua, a da Suíça. Achei curioso. De onde somos e pra onde vamos!


Pôr-do-sol, perto do City Hall


Entardecer à beira do Rio Delaware; ao fundo, a Ponte Benjamin Franklin. A foto foi tirada do Penn’s Landing, uma antiga zona portuária que foi revitalizada para servir de centro de lazer e palco para shows.


Início do segundo dia do passeio. Elfreth’s Alley
: a mais antiga rua continuamente habitada dos Estados Unidos.


Christ Church, construída no século XVIII


Interior da Christ Church


Depois de visitar Elfreth’s Alley e Christ Church (ambas em Old Town e perto do albergue onde estava hospedado), fui no ônibus de dois andares até a Eastern State Penitentiary, a primeira penitenciária, inaugurada em 1829.


Interior da Eastern State Penitentiary


Na Eastern State Penitentiary, uma reconstituição (no local original) da cela uma vez ocupada por Al Capone. O famoso mafioso de Boston ficou preso na penitenciária por pouco menos de um ano, não por suas atividades na máfia, mas por porte ilegal de arma!


Da penitenciária, fui com o ônibus de passeio ao Philadelphia Zoo, o mais antigo zoológico dos EUA (1874).


Depois da visita ao zoológico, fui no tour de trolley até o Please Touch Museum, uma atração dedicada a crianças (como sugere o nome: Museu “Por Favor, Toque”). O prédio do museu, Memorial Hall, foi construído em 1876, para a primeira Expo Mundial nos EUA (comemorando os 100 anos da Declaração de Independência).


Casas em Society Hill, um dos bairros históricos ao sul de Market Street


South Street: um ponto de encontro de jovens, com muitas opções de restaurantes. E foi ali que eu encontrei uma sorveteria da Häagen Dazs e saboreei um inesquecível milk-shake de Baileys. Tudo de bom.


Pennsylvania Hospital: o mais antigo hospital dos EUA (1751)


Interior da Pine Street Presbyterian Church, em Society Hall


Carpenters’ Hall: sede do Primeiro Congresso da Filadélfia


Rittenhouse Square, no bairro Rittenhouse


Comcast Center: o arranha-céu mais alto da cidade, com 58 andares e 297 metros de altura. A aparência de drive USB não foi intencional!


Comcast Experience: telão de LED de alta definição no hall de entrada do Comcast Center, com 7,7 metros de altura e 25,7 metros de largura


Pennsylvania Railroad Suburban Station


Um dos 3.000 murais espalhados pela cidade


Clothespin, escultura de Claes Oldenburg (1976)


Your Move, de Daniel Martinez, Renee Petropoulis e Roger White (1996)


My Move: Guri fazendo arte com a arte alheia


Wanamaker Building: esse prédio espetacular, inaugurado em 1910, foi a sede de uma das mais antigas lojas de departamentos dos EUA, a Wanamaker’s. Hoje, o luxuoso edifício abriga uma Macy’s. Wanamaker, cidadão da Filadélfia, financiou a campanha pela criação do Dia das Mães, de 1908 a 1914.


Escultura relembrando as experiências de Ben Franklin com pipas


Guri na Ponte Ben Franklin


Pôr-do-sol e Philly skyline; vista da Ben Franklin Bridge


Uma última razão para voltar: a loja de doces Shane é a mais antiga dos EUA. Fica a uma quadra do hostel! Deixei para passar ali antes de ir embora e acabei encontrando a loja fechada… :/


Minutos antes de voltar a NYC, ainda tive a oportunidade de ver a Chinatown Friendship Gate à noite.

From the depths of the City

I’ve recently read Perfume: The Story of a Murderer (1985), by German writer Patrick Süskind. It’s the first book I’ve read since I finished my studies (finished for the time being, that is) about a month ago. Up until then, the bulk of my reading this year consisted of legal papers and casebooks. I love legal reading and research—which is a great thing, considering I’ll be doing that for the rest of my professional life!—but it can get quite overwhelming. Every once in a while, it’s comforting to remember that nonlegal literature is out there, waiting to be devoured. Plus, reading Perfume, and doing so mostly on the subway, was an interesting experience, for at least three reasons.

First, as its title hints, the book develops around olfactive impressions, as opposed to acoustic, visual, tactile, and gustative perceptions—all of which seem to receive more attention, both in literature and in real life. Reading it while on New York subway cars, immersed in their most unusually rich variety of summertime odors (good as well as bad—ok, mostly bad), made me more aware of my underexplored olfactory sensibilities and gave the reading experience a realistic touch—or smell, to put it in more sensorially proper terms. (The book is good and highly recommended, and I don’t want to give away too much about it! I’m now anxious to see the 2006 movie based on the novel.)

Second, my subway reading provoked curious looks. The book’s old-style cover from the 1990s was probably responsible for drawing some of the attention. I noticed that some people couldn’t avoid persistently giving furtive looks at my book. If on the one hand I was slightly uncomfortable being aware that people were looking over my shoulder, on the other hand I felt comforted to realize that I’m not the only one who tries to find out what the stranger sitting beside me is reading. The fact that I was reading a Brazilian Portuguese edition indubitably contributed to draw some more attention: one young woman even asked me what language that was. “Ah, I figured it was Portuguese! Looked like Spanish, but not quite.”

Finally, the habit of maintaining a routine activity during my subway rides has inspired in me a new mania I’ve been enjoying more and more. Just like reading is a valuable use of subway time, for me and probably millions of fellow subway users, I figured the same could be true of writing. So here am I, posting from the depths of New York City. The previous post is partly and this one is entirely a product of my underground blogging. It’s been a good exercise as a two-fold challenge: using my time productively and efficiently, and developing my ability to focus and think and write in unfavorable environments.

National Waffle Day

Continua chovoso por aqui, o que inviabiliza as minhas caminhadas fotográficas pela cidade. De manhã, passei um tempinho em Midtown.

Primeiro, comprei numa Barnes & Noble (mapa) um guia de viagem, já planejando minha ida para ____ (em breve!).

Depois, um estratégico pit-stop numa Crumbs Bake Shop (mapa), uma das melhores confeitarias de cupcakes aqui de NYC, onde comprei um Baba Booey: cupcake de chocolate com manteiga de amendoim.

Em seguida, fui para o Greenacre Park, um microparque particular, de menos de 600 metros quadrados; um oásis em East Midtown.

Um cartaz bem à entrada do parque dizia que não era permitido tirar fotos. Eu fui obediente até que uma moça ficou insistentemente tirando fotos com sua supercâmera (inclusive programando-a para tirar fotos de si em frente à queda d’água) e que um homem ficou insistentemente tirando fotos do menino que o acompanhava (pai e filho, talvez). Bueno, se assim descaradamente pode, acho que uma discreta com o celular também deve poder.

Greenacre Park

Fato curioso sobre o nome do parque é que Greenacre (assim como Blackacre e Whiteacre) é um nome fictício para imóveis, tipicamente usado em aulas de Direitos Reais aqui nos EUA.

De volta pra Roosevelt Island, recebi mais uma visita de despedida, também de uma ex-colega do mestrado.

Terminei o dia com uma pequena comemoração pelo National Waffle Day. O Dia Internacional é 25 de março, seguindo uma tradição sueca. O Dia do Waffle aqui nos EUA é 24 de agosto, aniversário da primeira patente americana de uma forma de waffle (1869).

Embora waffleiro de fama e experiência internacionais (já fiz waffles em várias cidades do Brasil, bem como na Alemanha e nos Estados Unidos), aqui não tenho prensa de waffle, então tive que me contentar com os waffles da Titia Jemima.

Como não tive tempo no súper [“supermercado” em bom pelotês] para encontrar maple syrup (acompanhamento tradicional de waffles, especialmente aqui e no Canadá), precisei turbinar a doçura do waffle com chocolate. Não era Kinder, mas veio com uma surpresa (!).

Surpresa: chocolate ao leite da Nestlé produzido no Brasil

Happy National Waffle Day!

Waffle e a vista noturna para a Triborough bridge

De Roosevelt Island ao Prospect Park

Sexta-feira fiz mais uma longa caminhada por Nova Iorque, passando por três boroughs. Distância total percorrida: cerca de 16 Km (10 milhas). O trajeto que eu fiz foi mais ou menos este. O ponto de partida foi Main Street, Roosevelt Island (minha rua!). Atravessei a Ponte Roosevelt Island, entrando assim no em Long Island City, Queens.

Eu moro num desses prédios marrons feiosos :)

Caminhei por algumas áreas bem industriais de Long Island City, o que não foi lá tão cênico. O que valeu a pena, mesmo, foi passar pelo Queensbridge Park e pelo Gantry Plaza State Park.

Sede das Nações Unidas e o Chrysler, vista do Gantry Plaza

Atravessei a Ponte Pulaski (do Queens para o Brooklyn). O primeiro bairro é Greenpoint, tradicionalmente polonês; depois vem Williamsburg, onde hoje há muitos artistas. A parte sul de Williamsburg é um reduto judeu ortodoxo. Vi muitas pessoas com vestimentas tradicionais judaicas, além de muitas placas em hebraico.

Vista para Manhattan da Ponte Pulaski

Ônibus escolar em Williamsburg

Sinagoga em Williamsburg

Na parte final da caminhada, passei por Clinton Hill e Prospect Heights para chegar ao destino final: Prospect Park.


Casas em Prospect Heights, Brooklyn

Arco dos Soldados e Marinheiros

Entrada principal do Prospect Park

Prospect Park

Baseball no Prospect Park

Prédios na Prospect Park West, Park Slope, Brooklyn