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Langer Eugen parte 2

Só pra deixar um gostinho do que estou fazendo aqui no Langer Eugen (Campus da ONU em Bonn) desde ontem e até amanhã: vejam aqui a transmissão em vídeo (das partes públicas) da reunião de que estou participando. Apareço já no primeiro link (“Opening of the meeting”)! Nesse vídeo estou ao lado do “Chair”, desempenhando a função de “spotter”, ou seja, fazendo a lista de inscrições dos participantes que desejam fazer pronunciamentos. Pode parecer que não, mas para mim tem sido divertidíssimo! Ontem saí daqui, assim como também hoje devo sair, física e intelectualmente exausto… vale a pena!

Duas fotos: uma do Langer Eugen, tirada da “minha” parada de ônibus. A parada chama-se Deutsche Welle, porque aquele prédio branco (no primeiro plano da foto, com parabólicas no telhado) é a própria! O prédio alto, no segundo plano, é o da ONU, como muito bem atesta o logotipo no alto! Tem 29 andares: contem de cima para baixo até o décimo-nono… ali estou eu durante estes dias!

A segunda foto foi a surpresa de ontem de manhã: neve! Foi a primeira vez que vi neve em Bonn desde que cheguei aqui, e isso já faz dois meses. (Chegou a nevar outra vez, mas num findi; portanto, eu não estava aqui.) Fiquei literalmente em choque quando, de manhã cedo antes de sair para o trabalho, abri a janela e vi tudo coberto de branco na rua, e acabei não resistindo: tirei uma foto, mesmo com os olhares de estranhamento de alguns dos meus vizinhos curiosos!

Postálbum de Viena

Uma semana depois, finalmente tenho tempo de organizar um postálbum da viagem do trio Carina-Volker-Martin a Viena, Áustria. Na análise in loco, confirmei (talvez depois de um choque inicial, do tipo: “é assim o leste europeu?”) que a cidade tem mesmo muitos encantos! Os passeios foram muito intensos, mas preciso (por motivo de tempo) me restringir a comentários sobre algumas fotos selecionadas!

O primeiro lugar a visitar foi o Palácio de Hofburg, residência de inverno da dinastia dos Habsburg (Império Austro-Húngaro). Lá visitei os aposentos do Imperador Franz Joseph I e da Imperatriz Elisabeth, ou Sissi, com uma exposição sobre a fabulosa (e controvertida) história dela. A foto é de uma das alas do Palácio de Hofburg.

Em seguida, uma longa caminhada pelo centro. Na foto, a Catedral de Santo Estêvão (Stephansdom). Em obras, claro: como a Abadia de Westminster, a Catedral de York, a Catedral de Lausanne… Eu não tenho sorte, mesmo!

Na noite do sábado, fui a um concerto de músicas de Strauss e Mozart, dois compositores clássicos e vienenses, no Kursalon, onde o próprio Strauss realizou apresentações. Já contei um pouco sobre o concerto aqui. Na primeira foto estou tocando violino ao lado do Strauss (só pra esclarecer: o cara dourado é o Strauss; eu sou o cara com o violino invisível). A segunda foto é de uma das alas do Kursalon.

No domingo, passamos rapidamente pela roda gigante Ferris, construída ainda no século XIX.

Dizem que o panorama da cidade a partir da Ferris é muito bonito, mas resolvemos ser mais ambiciosos: fomos até a Torre do Danúbio (Donauturm), a mais alta edificação de Viena, com 252 metros de altura total. Nas fotos a seguir, eu à caminho da torre (notem o look verão: estava tri quente, tipo uns 15 ou 16 graus Celsius) e uma das vistas que se tem lá de cima.

Na volta para o centro da cidade, uma passadinha pelo bairro internacional, onde fica o complexo-Viena da ONU (foto). (A Haia, Nova York, Bonn, Geneva, Viena… e a próxima deverá ser Paris! Depois que a situação ficar mais calminha por lá, quem sabe Nairóbi?)

Já de volta ao centro, espiamos a Hundertwasserhaus, essa construção super original e de certa forma “ecológica” do arquiteto vienense Friedensreich Hundertwasser.

Mais pro fim do passeio, em alto estilo, o Palácio Schönbrunn, a modesta (nossa, quase simplória!) residência de verão da dinastia dos Habsburg. Do morro atrás do palácio se tem uma bela vista sobre o palácio e a cidade de Viena (primeira foto). E pra encerrar a parte fotográfica do postálbum, nada melhor do que as carinhas dos três aventureiros, contentes por curtir o entardecer com uma vista digna de imperadores! ;)

Antes de voltar à Alemanha, ainda visitamos a Figarohaus, como é conhecida a casa onde Mozart morava nos tempos em que compunha a ópera “As bodas de Fígaro”. Ela aparece no filme Amadeus, que hoje, ainda no clima vienense, vou assistir pela segunda vez com mana e cunha (que nunca assistiram!). O filme é de 1984, mas passa por 2000-e-alguma-coisa tranqüilamente – “ótima sugestão, aliás, pra quem ainda não viu”!

(Não se preocupem: não pretendo terminar todos os posts com sugestões de filmes… é que desta vez foi realmente inevitável!)

Langer Eugen

Muito trabalho nos últimos dias, porque os gregos vêm aí! Só para não abrir um rombo na minha postância, aí vão algumas notícias de ontem. Bah, ler jornal da véspera é cruel, né? Mas não é o caso: aconteceu ontem, mas continua sendo atual, pelo menos até o fim da semana que vem! ;)

Com um pessoal aqui do Legal Affairs, fui ao Langer Eugen, o prédio maior do Campus da ONU aqui em Bonn (no link acima, em alemão, um pouco da história do prédio e também fotos). Lá é que será realizada a reunião do enforcement branch na semana que vem.

No Langer Eugen nós “inspecionamos” as instalações onde se realizará a reunião. Nada ruins, devo dizer: uma sala muito ampla no décimo-nono andar, com vista sobre o rio Reno na direção da cidade de Köln (Colônia). A cantina onde almoçaremos, então, é ainda mais privilegiada, no vigésimo-nono, que se não me engano é o último.

Ah, claro: o meu escritório durante a reunião será… numa cabine de tradutor! É claro que me lembrei do filme The Interpreter – ótima sugestão, aliás, pra quem ainda não viu!

Quem Deus põe ao nosso lado

Noite em Viena. O sábado que começou muito cedo e correu intensamente nos passeios pela cidade foi coroado com um concerto: peças de Mozart e Strauss executadas pela Salonorchester Alt Wien no Kursalon, sala de espetáculos onde a própria “dinastia Strauss” realizou apresentações no século XIX. Sozinho, estava um pouco entristecido porque minha irmã e meu cunhado resolveram voltar ao hotel, e um pouco desconfortável no meu traje simples de estudante-viajante perto de tanta gente vestida para concerto, “usando roupa de domingo”. Ainda assim, estava disposto a aproveitar ao máximo o ambiente e a música.

À minha esquerda sentou-se um casal, com uns 60 anos de idade. Lembrei-me dos meus pais – e era justamente a véspera do aniversário da minha mãe! Logo que chegaram, apenas trocamos sorrisos cordiais. Uns minutos depois, ela, que estava sentada bem ao meu lado, puxou assunto: “Do you speak English?“. A partir daí, enquanto esperávamos pelo início do concerto, travamos uma agradável prosa. O casal, vindo da Finlândia, estava de férias em Viena por quase uma semana. Ela, professora; ele, pastor! Logo fiz as devidas associações (Finlândia-Luteranismo) e tirei a dúvida: sim, como eu, eram luteranos! Acabamos conversando também no intervalo e depois do concerto, e no fim trocamos contatos.

Entardecer em Bonn. A segunda-feira que começou cedo e correu intensamente no estágio foi coroada com um acesso de produtividade no meu paper… tanto que, mesmo cansado, não conseguia parar de escrever e ir embora para casa! Até que parei para conversar com a estagiária-prima que conhecera algumas horas antes e com quem a partir de então passei a dividir o escritório. Depois de algumas amenidades, ela me contou sobre as dificuldades pelas quais vinha passando em conseguir um lugar onde se hospedar em Bonn, assim como das que enfrentara para ganhar o visto alemão.

Se até então eu já vinha me identificando com a história, o momento em que deixei mesmo o queixo cair foi quando ela me disse: “Quando fui entrevistada, não imaginava que seria selecionada para este estágio, nem que conseguiria o visto alemão, depois de tantas exigências e contratempos. Eu não teria conseguido se não tivesse colocado tudo nas mãos de Deus e confiado nEle. Me dá até arrepios!

A mim também…

Plantão (com musiquinha da Globo e tudo!)

Chamo a atenção para um comentário que minha irmã Lucila acaba de deixar sobre meu rolinho de aeroporto (vide o post-preâmbulo à viagem à Suíça). Depois desta mensagem dela, meu rolinho de aeroporto virou rolinhozinho!

Entao ta, temos que escrever um livro sobre os dramas de aeroporto! Estou deixando esse comentario do meu celular, de dentro do aviao… Que era pra sair as 6 da manha… Ah, mencionei que sao 4:30 DA TARDE!! ‘Suspiros’. Bom, enquanto escrevia isso, o comandante anunciou que o pneu do trem de pouso esta furado (!!!) E vamos ter que esperar aqui dentro mais uma hora ate a decolagem! Ninguem merece! Acho que vou reler todo o teu blog ja que nao tenho mais nada a fazer… :P

É, pelo visto o negócio é com a gente, mesmo; algum problema genético, sei lá. Mas vejamos as coisas pelo lado bom… digo, menos pior: é melhor esperar horas no aeroporto do que decolar com o pneu do trem de pouso furado!

Confœderatio Helvetica

Antes tarde do que nunca, publico o postálbum sobre minha viagem à Suíça no findi passado! Tinha a intenção de publicá-lo ontem, mas o que era pra ser apenas um preâmbulo rápido acabou ganhando (merecidamente, eu acho) o post inteiro!

Retomando do preâmbulo: sexta-feira passada, depois do estágio, meu cunhado e eu fomos ao aeroporto de Colônia-Bonn; de lá, voamos até Zurique (em alemão: Zürich), onde encontramos minha irmã, que já estava lá a trabalho. Fizemos um rápido passeio noturno pela cidade e em seguida nos rendemos ao sono… para aproveitar melhor o dia seguinte!

Visitamos a Fraumünster, cuja construção original data de antes do ano de 853, mas que no século XX ganhou belos vitrais de Marc Chagall. A foto é da Grossmünster, que fica do outro lado do rio Limmat. Há uns cem metros dali, o rio deságua no Lago de Zurique.

Depois de uma volta por essa área da cidade (é, este postálbum será bem mais expresso que os anteriores!), começamos uma bela viagem de carro pela base dos Alpes… A visibilidade não estava tão boa quanto esperávamos, mas mesmo assim vimos muito das montanhas! A foto foi tirada em algum lugar perto da localidade de Weggis, no (lago) Vierwaldstätter See. (Fizemos tantas voltas em estradinhas entre as montanhas e os lagos que nem sei explicar o trajeto!)

A próxima parada já foi já na parte francófona da Suíça, para um programa originalissimamente suíço: fondue! O cenário, aliás, também foi tipicamente suíço: ainda cercado de montanhas!

O segundo pernoite foi na cidade de Lausanne, que fica à beira do lago de Geneva (em francês: Lac Léman) e hospeda a sede do Comitê Olímpico Internacional, além de uma famosa universidade suíça, a Escola Politécnica Federal de Lausanne. Meu cunhado Volker morou lá alguns anos atrás, então foi um momento de muitas lembranças nostálgicas pra ele! Hehe… A foto é do Château da cidade, num rápido passeio na manhã seguinte.

Passamos as últimas horas do passeio na cidade de Genebra (em francês: Genève), à beira do lago de mesmo nome, famosa por ter sido uma das cidades onde primeiro se propagou o protestantismo (o João Calvino das aulas de história, Jean Calvin, era de lá).

Detalhes que fazem a cidade ainda mais atraente: excelente qualidade de vida, a um pulinho da França e da Alemanha, e ainda sede européia da ONU (lembram da minha foto histórica?). Muito, muito atraente… ;)

Subimos a torre da Cathédrale Saint-Pierre, de onde se tem uma vista incrível da cidade, do lago, e a fonte no meio do lago (cartão postal clássico!). Embora eu ainda seja novato nessa história de fotos panorâmicas (recurso da câmera nova que ganhei de Natal – valeu, Lu e James!), acho que ficou bem artística minha primeira tentativa – depois, claro, de alguns ajustes em casa… ;) (Sugiro clicar na foto pra abrir em tamanho maior.) Mais uma coisa, só pra deixar bem claro: a “nuvem” não é poluição, tá? É meu efeito-entardecer! :D

Concluindo, percebi que a Suíça é mesmo tudo aquilo que a gente imagina quando pensa em Suíça. As características (todas confirmadas na análise in loco do maluco aqui!) são tantas que até merecem uma lista de marcadores:

  • País da neutralidade, dos lagos, das montanhas e das instituições financeiras (a propósito, Lucila: tudo ok com nossas contas)
  • Gente fashion e com grana pra gastar. Ah, sim: gastar CHF, Francos Suíços, nada de €!
  • Relógios caríssimos (Rolex, Swatch e tantos outros)
  • Leite, iogurte, queijo (fondue!)… enfim, laticínios deliciosos
  • Chocolates excelentes: Nestlé, Lindt, Toblerone… (por causa dos laticínios, claro!)
  • Será que tem mais alguma coisa óbvia que estou esquecendo?

Tudo a ver com montanhas, mas eu não sabia disto: a Suíça tem uma das melhores tecnologias (senão a melhor) para a construção de túneis. E aplica bem e bastante a tecnologia! Não estava contando, e mesmo se estivesse teria perdido a conta do número de túneis por que passamos durante a viagem!

Aliás, ufa, que viagem: Suíça toda num findi! Faltou só algum canto da parte italiana, que vai ter de ficar para uma próxima vez. (Aliás, Lu: uma hora dessas temos que ir pra lá aplicar a grana aquela numa ou duas villas em Genebra, à beira do lago… que tu achas?)

Fica por aqui este postálbum: mais uma semana passou, e já tenho que me preparar para a próxima viagem. Destino? Viena! Segundo a minha supervisora no estágio, é nada menos que a cidade mais linda da Europa. A partir de amanhã, mais uma das minhas análises in loco. ;)

Preâmbulo da viagem à Suíça

Antes de voar para a Suíça, na sexta-feira passada, passei por todo um rolinho básico de aeroporto. Essas coisas só acontecem pra me dar um friozinho na barriga…

Primeiro, no balcão de check-in, disseram que cidadãos brasileiros precisavam de visto para entrar na Suíça. Como eu tinha certeza de que não era o caso, e também como a funcionária não tinha tanta certeza do que estava dizendo, ligou para alguém mais experiente: de fato, brasileiros não precisam de visto de turismo para ir à Suíça. Ufa!

Dali, seguimos (meu cunhado e eu) para o controle de passaporte. Quanto a meu cunhado, alemão, sem problemas; já quanto a mim… O funcionário que fazia o controle não parecia muito a fim de falar inglês, e continuou falando alemão comigo mesmo depois que eu disse que não falava alemão (essa minha cara realmente não me ajuda muito). Acabou que ele entrevistou meu cunhado a meu respeito.

Tive até pena do cara, porque ele mal conseguia se achar nas páginas do meu passaporte. Pra começar, meu passaporte são dois caderninhos grampeados um no outro. O mais antigo tem apenas uma página válida: o visto dos EUA. No mais novo, estão o visto da Alemanha, emitido pelo Consulado-Geral da Alemanha em Porto Alegre, e o prolongamento do visto, emitido semana passada por um Escritório de Imigração aqui na Alemanha, entre outras páginas cheias de carimbos geralmente confusos e sobrepostos.

Depois de finalmente entender a história dos dois caderninhos, e do visto, e do prolongamento do visto, ele ainda quis saber quando cheguei à Europa e o que estava fazendo na Alemanha e até quando ficava. Meu cunhado ainda teve que explicar que passei dez dias no Reino Unido no fim do ano passado e a virada do ano em Portugal.

Depois de toda a amarração (e a fila crescendo atrás de mim!), o cara finalmente carimbou meu passaporte. Mas não foi o fim do rolo. Meu cunhado e eu já estávamos confortavelmente sentados na sala de espera quando vimos alguém vindo ao nosso encontro… Alguém adivinha quem? O funcionário do controle de passaporte, claro.

Pronto: decerto ele tinha resolvido voltar atrás na decisão de carimbar meu passaporte. E pior é que foi quase isso: ele se deu conta de que tinha usado o carimbo de entrada em vez do de saída. Inacreditável! Aí ele levou meu passaporte embora; demorou um bom tempinho, mas voltou com o carimbo de entrada anulado e com um novo carimbo – agora, sim: de saída!

Finalmente, quando pensamos que estavamos prontos para embarcar, o vôo ainda atrasou meia hora. Pra agravar a espera, eu precisava atender a um chamado da natureza, mas aquela sala de embarque só tinha WC feminino. Pode isso?! Oh, aeroportos…

Tempos históricos

Ao longo do meu período aqui em Bonn, sinto que estou cada vez mais interessado, consciente e informado a respeito de questões de política internacional. E não se trata apenas de uma conseqüência óbvia de estar fazendo estágio nas Nações Unidas e de assistir todas as noites à CNN: acho que realmente estou acompanhando mais intensamente e mais de perto o curso da história. (Não consegui encontrar uma forma menos cafona para expressar isso, mas é bem como estou me sentindo!)

Primeiro, os preparativos para a terceira reunião do enforcement branch do Protocolo de Quioto. Não, nada de bocejos nesta hora: é no mínimo emocionante que pela primeira vez um Estado soberano seja de certa forma “julgado” (num processo quase-judicial) por descumprir determinações do Protocolo, ainda que parcialmente, correndo o risco de ser penalizado. Nesse momento histórico, tenho o privilégio de trabalhar “nos bastidores do tribunal”. (Mais informações sobre o caso aqui, na parte final da página, sobre “Questions of Implementation”!)

Segundo, a declaração de independência de Kosovo no último fim de semana – uma mudança nas fronteiras do Velho Continente, justo quando estou pesquisando sobre questões territoriais no cenário internacional. Eu estava na Suíça com minha irmã e meu cunhado no domingo, e passamos na frente da sede de Genebra das Nações Unidas, onde havia comemorações pela declaração de independência. Acabei tirando uma foto histórica, que ilustra o dilema de vários países e das Nações Unidas em conjunto (do lado de dentro das grades da comunidade internacional) quanto a reconhecer ou não o novo Estado de Kosovo (do lado de fora).

Por fim, ontem, a renúncia de Fidel Castro. Como costumo brincar por aqui, nunca imaginei que viveria pra ver isso! :P

Famosos da Uni Bonn

Pesquisando online na (e sobre a) biblioteca da Universidade de Bonn, acabo de ficar sabendo de que por ali passaram Bento XVI, Friedrich Nietzsche, Joseph Schumpeter e Karl Marx!

Orgulhosamente honesto

Lembram da história da Yuki e da raridade com que fiscalizam se os passageiros dos ônibus têm ticket válido? Pois é: fui fiscalizado ontem pela primeira vez! Mostrei meu Monatsticket pro fiscal com o maior orgulho. Ele conferiu, agradeceu, e foi só isso – nenhum trauma. Segui sentadinho, quase sorrindo de felicidade porque os 54,30 € valeram e porque minha honestidade foi verificada. Agora… fiquei com uma dúvida quanto ao meu caráter: será que orgulho anula honestidade?