“Já estou melhor, obrigada”

O mês de junho foi silencioso aqui no blog. E vou romper esse incômodo silêncio com algo inusitado que me intriga há quase um ano e meio. Isto:

Já estou melhor, obrigada“, escrito com azulejos numa parede no centro de Lisboa, bem pertinho da estação de metrô do Chiado. Passei ali várias vezes no Ano Novo de 2008, quando estava por lá com toda a família (“ah, those happy times…“). Em 02/01/2008, antes que fosse embora e perdesse a oportunidade, fotografei.

Por que alguém escreveria “já estou melhor, obrigada” com azulejos na parede? Hoje resolvi googlar (não sei como não me tinha ocorrido fazer isso antes) e, embora não tenha encontrado a resposta, encontrei três fellow blogueiros que fotografaram o mesmo local. Um, em 21/10/2007; dois, em 31/03/2008; e três, em 16/04/2009.

Vale a pena conferir os links, porque os demais blogueiros tiveram mais sorte do que eu: conseguiram capturar os azulejos sem aquele armário ou sei-lá-o-quê metálico horrendo que aparece na minha foto, na frente do “hor” do “melhor”. (“Já estou mel, obrigada”?)

Além do mais, é legal porque são três perspectivas diferentes, de três pessoas que nem se conhecem, sobre um mesmo detalhezinho que lhes chamou a atenção ao passar por uma ruela de Lisboa.

Um detalhezinho, mas não se pode dizer que seja ‘insignificante’… Teve algum significado para uma determinada lisboeta que, em algum momento na história, ficou tão agradecida por alguma coisa – pela solidariedade dos amigos enquanto estava em uma fase ruim, quem sabe? – que resolveu registrar esse agradecimento num letreiro de azulejos.

Talvez mais curiosa que a razão de a mensagem estar ali seja a razão de alguns repararem (como eu) e outros não (acho que da minha família poucos deram bola). Disse bem a blogueira número um (xanda); cito:

Todos os dias, milhares de pessoas passam atarefadas em direcção ao metro do Chiado… poucas olham para o lado… e destas, muito poucas reparam na mensagem deixada na parede: “Já estou melhor, obrigada” =)

Será que é por acaso que poucos reparam e muitos não? Pode ser que não só na vida da lisboeta agradecida esses 23 azulejos tenham algum significado. Pode ser que também sirvam para gerar uma sensação de pequenez do universo, de proximidade entre pessoas que estão por aí, aparentemente tão distantes, mas mais próximas do que imaginam por causa das suas percepções parecidas quanto ao que há ao seu redor.

Quanto a mim, sei lá se já estou melhor (não que esteja propriamente mal, mas melhor… não sei). De igual forma, pretendo voltar a postar.

Spam evangelístico VI

Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. (Mateus 7:26)

Spam evangelístico V

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 7:21)

Por essa eu não esperava

Preliminarmente, devo um esclarecimento sobre minhas tentativas de bolsa. O esclarecimento é devido porque, na semana passada, conversando pessoalmente com leitores do blog, ouvi de muitos que não ficou claro que a dinâmica em São Paulo e a entrevista por telefone NÃO faziam parte da mesma seleção de bolsa. E, se o leitor diz que não está claro, é porque não está! Aí vamos:

  • Seleção A: eliminado depois da dinâmica de grupo em São Paulo;
  • Seleção B: entrevistado por telefone;
  • Seleção C: ainda na etapa inicial (documentação enviada); sem resultados parciais até agora.

Ok, melhor que fique tudo assim, desidentificado…

No mérito… fui chamado pra dinâmica de grupo da Seleção B! Por essa eu não esperava; não depois disto. Não é que eu tivesse perdido completamente a esperança – eu só não fiquei todo esse tempo naquela escravidão obsessivo-compulsiva do F5. Acho que, enfim, consegui relaxar, no melhor sentido da coisa – o que é bom, afinal de contas! Relaxei tanto que nem me lembrei da data provável de divulgação dos resultados parciais, e que recebi com total surpresa a comunicação de que fui selecionado.

Talvez seja um sinal de que estou progredindo na minha habilidade de confiar no Papai do Céu. (Mas melhor não “relaxar” muito quanto a essa habilidade; preciso continuar treinando!)

9 dias pra pensar em 9 meses

Nos nove últimos dias, depois de ter sido lançado ao topo da pilha do descarte, fiquei pensativo. Vendo as chances de bolsa escaparem uma a uma – bah, até agora escapou só uma das três a que estou concorrendo, mas, como bom pessimista, tendo a pensar que “uma” é apenas a primeira de “uma a uma”…

Enfim, depois de ver uma das chances de bolsa escapar, estive pensando nos desafios pelos quais tenho passado para chegar aos nove meses do mestrado na NYU (08/2009 a 05/2010), que eu tanto quero fazer. Claro que nessas reflexões pintou aquele tantinho básico de frustração, de sensação de fracasso; um “L” gigante na testa, o qual infelizmente não era de Law nem de Legum Magister.

Mas aí voltei à minha terra natal pra ser padrinho de casamento do casal Fê e Rafa, dos quais (como pessoas, como amigos meus e como casal!) sou um grande fã. Nessa oportunidade encontrei vários outros amigos preciosos, conversei com muitos e obviamente me aconselhei com eles sobre o assunto de ir ou não ir a NY. Tudo isso me fez muito bem. Aos que me aconselharam ou simplesmente conversaram comigo e que estão lendo este post – vocês sabem quem são! -, meu sincero obrigado.

(Foi praticamente uma maratona de conversas e aconselhamentos, e isso que nem era minha intenção atormentar a todos com o meu dilema. O assunto simplesmente surgia, uma hora ou outra, e aí perdurava por um bom tempo. Compreensível, claro, porque chega a ser um problema físico, de diferença de pressão: minha cabeça está tão cheia e inchada desse assunto que, quando abro a boca, ele escapa.)

Quando voltei pra casa, no início da semana, fiquei meio deprê, down, low (além de gripado). Assisti ao filme “O Pianista” (não, eu ainda não tinha visto) e chorei como nunca por causa de um filme. Outro dia inventei de assistir a Party of Five e, pelo mais puro acaso, peguei o episódio 14 da temporada 3, “Life’s Too Short” (na dúvida, *spoiler alert*, mesmo em se tratando de episódio que foi ao ar em 1997, de série que já terminou!). Nesse episódio, a Libby (em alguns aspectos intelectuais, uma versão minha de saias) comete suicídio depois de ser aceita pela Harvard University, alcançando o objetivo pelo qual tinha lutado tão arduamente, mas ao mesmo tempo enfrentando um invencível medo de fracassar, de não corresponder às expectativas de todos à sua volta, de “nunca ser como uma daquelas pessoas felizes, bem-sucedidas e populares que aparecem nas fotos do catálogo da universidade”, como ela escreveu no seu diário. É, sortear justo esse episódio não ajudou muito.

Felizmente, nos dias seguintes fui melhorando, porque minha gripe foi passando aos poucos (hoje estou quase curado), e também porque li um livro bom (“Dias Melhores Virão”, de Max Lucado; o título é sugestivo, mas não é autoajuda barata; é autoajuda com fundamento bíblico!), e finalmente porque passei a conversar mais com Deus a respeito de NY. Às vezes é difícil entender o que Ele quer de nós, porque as respostas dEle não são necessariamente bilhetinhos com a palavra “sim” trazidos por borboletas até o nosso travesseiro numa manhã de sol depois de uma noite de sono restaurador – nem trovoadas retumbantes que gritam “não” por semanas na nossa cabeça para garantia de que tenhamos entendido a mensagem. As respostas podem ser (e acho que geralmente são) bem mais sutis.

Não sei e não tenho muito como saber se entendi direito, mas o que entendi é que devo ir. Se fui aceito justo para o programa de mestrado que eu mais queria, e se tantas coisas até agora deram tão certo (tudo, aliás, deu certo até agora, à exceção das bolsas!), só posso interpretar que recebi um “sim”. Então estou “decidido” a ir, com ou sem bolsa.

Estar “decidido”, porém, não significa que eu tenha “aceitado” bem a ideia. Pedir um empréstimo tão grande para bancar estudos avançados pode assustar um pouco quem ainda está num clima de pós-formatura (vezes dois!), sem ter certeza de que aprendeu mesmo alguma coisa em todos esses anos de estudo nem de que um dia vai ter um salário razoável. Mais, é chocante para alguém que estudou a vida inteira em escola pública saltar para a maior instituição privada de ensino superior dos Estados Unidos, numa das cidades mais caras do mundo. Por outro lado, sei que empréstimos estudantis são bastante comuns por lá e não tenho dúvida de que valham a pena como investimento.

Não tenho o mesmo medo do fracasso que tinha a Libby de Party of Five. Posso não alcançar A+ em tudo nem sair do Mestrado como primeiro lugar da turma, mas sei que, com a dedicação que vou empregar aos estudos, vou conseguir me dar bem no curso e alavancar minha carreira através dele.

Já quanto ao medo de não conseguir saldar (ou pelo menos não tão cedo) os empréstimos, esse medão que sempre me faz engolir em seco, é isto: preciso aprender a administrá-lo. Talvez seja apenas uma enorme questão de depositar mais confiança em Deus. Racionalmente é bem fácil: reconheço que até hoje não tive motivos para não confiar nEle; por experiência e por fé, sei que no futuro, se eu fizer a minha parte (trabalho árduo e sacrifícios de consumo), Ele tampouco me deixará na mão. Na prática, claro, é mais difícil; assim mesmo, com o tempo, hei de conseguir.

(Esses posts epifânicos são superpropícios a comentários. Aliás, eles gritam desesperadamente por comentários. Prometo tentar não ficar triste se ninguém comentar; por outro lado, garanto que ficarei bem feliz se alguém comentar.)

No topo da pilha do descarte

Mais desagradável que ter maus pressentimentos é confirmá-los… Acabo de subir ao topo da pilha do descarte. Ou seja, estou fora de um dos processos seletivos de bolsa. Pior é que nem me refiro à entrevista de ontem, mas à dinâmica de 9/5/9, quanto à qual também estava inseguro. A resposta, que tanto tardou a vir, finalmente veio, e por ironia desejei que não tivesse vindo:

Você não foi selecionado para continuar participando do Processo Seletivo 2009. Agradecemos a sua participação e desejamos sucesso em seus objetivos pessoais e profissionais.

Tradução:

Você não passou no teste de quem-és; logo, você, subjetivamente, não presta. Agradecemos a sua participação e desejamos sucesso, o que dependerá de endividamento. Ou, se preferir, desista de ir pra NYU e arrependa-se pro resto da vida.

Intermezzo

Domingo fiz a primeira fase do Exame de Ordem. Hoje fiquei sabendo que passei com folga – o que não quer dizer nada; ainda preciso estudar bastante para a segunda fase. Quem sabe assim, uma vez ad(e)vogado, eu consiga ganhar dinheiro para me tornar o empreendedor que o mundo quer ver em mim? Tá, larga do meu pé, síndrome do post anterior!

Mesmo já tendo uma ideia de que teria passado, e mesmo sabendo que tenho ainda muito que estudar, ontem me permiti um intermezzo. Nas últimas semanas eu li mais de 5.000 artigos de lei em preparação para o Exame. Precisava de uma trégua, porque ninguém é de ferro – muito menos eu. Já cometi erros demais em termos de (falta de) literatura na minha vida. Quando entrei na Faculdade de Direito, prometi a mim mesmo que passaria o curso inteiro lendo livros de literatura por debaixo da classe, assim como escrevendo mais no tempo livre. Doce ilusão – meu cedefismo nunca me permitiu isso.

No intermezzo li “O menino do pijama listrado” (John Boyne), que fazia tempos que queria ler e que finalmente comprei na Livraria Cultura em Sampa. E hoje – mesmo já tendo terminado o intermezzo – resolvi não perder o pique e começar a ler “O Caçador de Pipas” (Khaled Hosseini), outro que fazia tempo que queria ler. (Aliás, queria ler ambos antes de ver os respectivos filmes… ver o filme antes de ler o livro simplesmente não dá.)

Interessante o paralelismo que notei até agora entre os protagonistas de um e de outro livro. Tanto o Bruno de Boyne quanto o Amir de Hosseini preferem literatura às outras matérias da escola. E as histórias tanto de um quanto de outro têm bastante a ver com seus relacionamentos com seus respectivos pais e melhores amigos. Os pais de ambos os protagonistas são figuras fortes, bastante temidas pelos filhos e radicalmente diferentes deles. E os melhores amigos dos protagonistas são unidos a eles por fortes laços de amizade, mas que não são muito explícitos ou confessados verbalmente.

Pronto, não escrevo mais, pra não estragar a leitura de quem ainda não leu, e até porque recém comecei “O caçador de pipas”. Quanto a “O menino do pijama listrado”, recomendo. Linda história (e sem detalhes de spoiler, porque mesmo a menor explicação pode entregar o jogo), além de perfeitamente possível de se ler de uma vez só – mais ou menos como foi escrito: de uma vez só, em apenas dois dias.

Dez minutos

Primeira entrevista em processo seletivo de bolsa de estudos. Foi informal, tranquila… só que durou dez minutos, sendo que deveria durar 30 ou 40. Tudo bem, disseram que os documentos que enviei na inscrição estavam bem claros e que por isso não restavam muitas dúvidas. Enfim, não foi péssimo nem fui eliminado preliminarmente, mas sinto que estou cada vez mais distante de receber dindim pra estudar na NYU.

Parece que sou o contrário do que se espera de um bolsista. “Perfil acadêmico, então?”, com certo tom depreciativo. “Recém te formou na faculdade e já quer uma pós-graduação?”, meio que rindo. “É, isso aí”, respondi, e pensei, “putz, isso não era uma coisa boa?”.

Aparentemente não. Aparentemente essa história de qualificação acadêmica está fora de moda – e eu que achava que graduação era apenas o mínimo da decência! Aparentemente eu teria que entrar no mercado logo após de me formar, ganhar experiência profissional, e só então tentar uma pós-graduação.

Afinal, o que importa é trabalhar (no meu caso, advogar ou “economizar” pra gente grande) e ganhar dinheiro, porque só assim se mostra empreendedorismo e competência e liderança. Excelência acadêmica em duas graduações, pesquisa e extensão, estágios no exterior, serviço público, preocupações ambientais… naaah.

Desculpa, Mundo, mas minha trajetória foi diferente. Aliás, acho que não teria sido aceito na NYU se não tivesse sido. Eu até poderia ter sido “empreendedor” em vez de CDF, mas acho que teria fracassado (em algum ou em ambos) se tivesse tentado ser ambos ao mesmo tempo. Ademais, agora a Inês é morta: desde sempre “optei” pelo cedefismo (“optei”, entre aspas, porque talvez não tenha tido opção). Se essa foi a “opção” errada pra quem viria a postular uma bolsa, acho que vou ter mesmo que me endividar pra bancar a NYU.

Ou desistir, e trabalhar pra ganhar muito dinheiro e “experiência profissional” e pra me tornar um líder empreendedor e competente. E talvez mais tarde tentar de novo um mestrado na NYU ou noutra universidade. E talvez fracassar, porque terei perdido o “perfil acadêmico” que eu tanto valorizei e que lutei pra construir e que agora desprezam. E talvez me arrepender de não ter feito o que eu queria (estudar na NYU, nestes tempos) pro resto da vida. Que é uma só. Que desperdício. É, acho que vou ter mesmo que me endividar.

Prospekt’s March

Esses dias já anunciei o novo álbum do Coldplay, disponibilizado na Internet, e agora preciso admitir, sem querer transformar o blog num fã-clube, que estou viciadinho no anterior, Prospekt’s March, principalmente em duas faixas.

Primeiro, Rainy Day. Acho que me identifiquei com a melodia frenética e o instrumental meio desengonçado (“musiquinha de videogame”, como li em algum lugar por aí).

A outra é Glass of Water, e nesse caso o motivo do meu agrado é bem simples e facilmente explicável: esses dias me dei conta de que o refrão é em compasso setenário. Pode conferir, contando as batidas de 1 a 7. Amo essas coisas raras.

Para não dizerem que vejo um lado só da coisa, leiam também a opinião de alguém que não gostou mesmo de Prospekt’s March. Bem longe de concordar que o EP esteja tão ruim assim, acho no mínimo muito bem justificada (comercialmente) a estratégia de lançá-lo logo após Viva la Vida, o qual vendeu simplesmente muito.

No fundo, esse sucesso todo me irrita um pouco. Antes mesmo do lançamento do álbum eu já tinha escolhido Viva la Vida como música de formatura, e aí de repente ela inventa de estourar e de entrar em CD de novela das oito, e aí de repente o mundo inteiro resolve virar fã do Coldplay… só pra me imitar. Não gosto dessa perseguição.

Sampa indo pros finalmentes

Não, não me estava fazendo de louco postando sobre o álbum do Coldplay para download gratuito. Sei que devo outras satisfações.

Dormi da 1h até as 8h, o que até foi bastante nesses tempos em São Paulo, mas acordei com cara de alguém que nunca dormiu na vida. As olheiras iam até a altura dos calcanhares. Mas melhoraram bastante até que chegasse ao Consulado dos EUA para a entrevista do visto.

Estava nervosérrimo. Quando a minha senha apareceu como uma das próximas no painel eletrônico, verifiquei a pulsação por 15 segundos. Não precisei nem pôr os dedos no pulso ou no pescoço – todo o meu ser retumbava. Deu 20 batimentos, ou seja, 80 por minuto. Em repouso. E aí me lembrei que depois de exercícios pesados nos treinos de natação, nos meus bons e curtos tempos na equipe do Clube Diamantinos, dava 17 ou 18.

Todo esse fiasco cardíaco pra nada. Cheguei na janelinha da entrevista e entreguei os formulários obrigatórios. A funcionária perguntou (e eu respondi) pra onde vou (Nova York), pra que (Mestrado em Direito Internacional), em que universidade (NYU). “You’re going to N-ah-Y-ah-U? That’s awesome!!! You’re gonna love living in New York. And ah, the Village… [suspiros]” (O Village – Greenwich Village – é onde fica a NYU e onde moravam os personagens de Friends.)

Bom, tive de pagar mais umas taxinhas. Aditamento para este post aqui: envio de sedex: 39 reais; taxa de visto de estudante: 40 dólares – será que isso não termina nunca? Mas, fora isso, nada mais. Tranquilíssimo. (Sim, é isto: tenho um visto de estudante para os EUA!)

Depois de almoçar no Subway do Shopping Center Ibirapuera, e de esperar 1h20min pelo ônibus 5154-10 Estação da Luz (que tinha passado um minuto antes de eu chegar à parada de ônibus), voltei caminhando pro apartamento da minha prima (e é claro que o 5154-10 passou por mim um minuto depois, quando eu já não podia voltar para o corredor a tempo de apanhá-lo).

Mas foi legal. Gosto de conhecer os lugares caminhando. Caminhei moooito, até fazer calo no pé. (Ops, eu já tenho um – ósseo, aliás!)

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No mais, pra não restarem dúvidas: o resultado da dinâmica de grupo, aquele que deveria ter saído ao longo da semana, não saiu. Se for aprovado, terei de voltar a São Paulo (talvez já na semana que vem?) – o que, não fosse pelo bolso, nem poderia ser considerado penoso. Ou seja, espero ter de voltar, porque gostei, e porque espero ser aprovado!

Pra fechar todas: apareceu no ar nossa foto na night paulistana: da esquerda pra direita, o aniversariante-do-dia, o primo-cunhado, a prima-irmã e o Guri.